Cris Cabus – O olho vê o que também olha e também vê – 2017

Cris Cabus, partindo de uma fricção poética primeira oriunda de uma ideia de interioridade e solidão circundante ao universo feminino, não consegue ao todo, não se envolver com as aparições e contaminações fenomenológicas que essa experiência causou em seu corpo e imaginário. O que resta desses caminhos tortuosos entre a paisagem do Caparaó, o sujeito-artista-visual e o processo criativo-imaginativo, é a marca duradoura que a ceramista, agora escultora, abandona suavemente repousada na paisagem da Finca Tarumã.
Projeto

Protótipo realizado em cerâmica com 25 centímetros, transposto a uma escala de três metros de diâmetro, a ser realizado no próprio local, em cimento armado com estrutura metálica.
Construção

A obra de Cris Cabus, feita no próprio local, consumiu sete meses de trabalho.
Fruição

Uma vez trasladada para dentro da esfera, a escultura pode ser observada através de pequenos orifícios, estabelecendo assim, dois distintos tempos de leitura da obra, um antes da experiência de ver, e outro depois. Tal distinção de entendimentos, associados à experiência de um observador ativo, nos conduz ao campo fenomenológico, como parâmetro conceitual da obra.
Trabalho Inserido na paisagem

Obra de arte inserida na paisagem disposta a fruição do observador.
VIDEO
Galeria de fotos

Preparação para o levantamento

Inserção na esfera

Posicionamento

Vista número 1

Vista número 2

Vista número 3
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